DANTE
A porta do bunker se fechou atrás de mim com um som final, separando-me do furacão de emoção que Elara desencadeou. Do outro lado, no corredor silencioso que levava ao elevador, parei. Apoiei as costas contra a parede fria de concreto, fechei os olhos e deixei a cabeça tombar para trás.
A raiva ainda fervilhava, um ácido subindo pela minha garganta. Ela estava lá. Três palavras. Um universo de dor reacendido. O rosto de Elizabeth, não o da foto sorridente, mas o último que eu tinha visto