Faziam 24h que eu não tinha notícias dele. Tudo bem que eu também não procurei saber. Estava com raiva demais para isso e não conseguiria falar com ele sem desmoronar de novo. Mesmo mal, sentindo que meu coração havia sido arrancado do meu peito, eu me forcei a ir trabalhar.
Precisava cumprir com as minhas responsabilidades, mesmo que a vontade fosse de sumir e nunca mais voltar.
Não poderia deixar meus clientes na mão dessa forma.
Tinha que separar o lado pessoal, do profissional.
Afin