RAOUL
— Pai — chamo. Aproveito a ausência do meu irmão para falar da parte que acho mais séria em tudo que aconteceu nesses dias. Ele só me olha, esperando enquanto bebe seu café puro. — Quase matar aquele idiota não foi a única coisa que fiz — confesso.
— O que houve?
— Eu levei a Carmine para uma festa e nossas bebidas foram batizadas. — Meu pai espera, sabe que nada de bom sairá dos meus lábios. — Alguém abusou dela.
— O que? — ele levanta tão bruscamente que seu café derrama sobre a mesa. A