Quando a ordem foi dada, o mundo respondeu.
A mão erguida da Deusa da Lua ainda pairava no ar quando a luz começou a descer — não do céu, mas de dentro dela. Era uma claridade antiga, pura demais para ser chamada de brilho, densa demais para ser apenas luz. Ela se deslocou como um rio invisível, atravessando o espaço entre a Deusa e o corpo estendido no chão.
Kael.
A luz lunar entrou nele como um sopro divino.
Não houve gentileza.
O corpo dele arqueou com violência, os músculos se contrain