Ayla acordou com a certeza desconfortável de que havia sido observada durante toda a noite.
Não era o tipo de pensamento que surgia de um sonho específico. Não havia imagens claras, nem lembranças confusas. Era uma sensação crua, colada à pele como o frio que ainda persistia apesar da fogueira quase extinta.
Ela abriu os olhos devagar.
A lua ainda estava visível, grande demais no céu que começava a clarear. Não deveria estar ali. Não daquela forma. O tom prateado era atravessado por veios ma