O silêncio que se seguiu às palavras do Conselho não foi vazio.
Foi definitivo.
Líria permanecia ajoelhada no chão de pedra, os braços ainda presos pela magia antiga que a mantinha imóvel. Cada respiração vinha curta, irregular, como se o ar estivesse se recusando a entrar em seus pulmões. O corpo tremia — não apenas de frio, mas da certeza esmagadora de que não havia mais saída.
À sua frente, Kael jazia onde Roz o havia lançado.
Ele não se mexia.
O peito ainda subia e descia, mas tão lent