A floresta não respirava.
Não era silêncio comum — não aquele feito de insetos, folhas ou vento distante. Era um silêncio retido, como se tudo estivesse prendendo o fôlego ao mesmo tempo. Ayla sentiu isso antes mesmo de abrir os olhos: o peso imóvel sobre o peito, a pressão invisível contra a pele, o eco surdo dentro da cabeça.
O chamado ainda estava ali.
Mas diferente.
Não puxava. Não implorava.
Esperava.
Ela se ergueu devagar, o corpo dolorido como se tivesse atravessado uma noite intei