O primeiro sentimento foi o vazio.
Não um silêncio tranquilo, mas um arrancamento — como se algo tivesse sido puxado de dentro dele com força suficiente para deixar marcas invisíveis. Kael caiu de joelhos sem perceber quando o corpo cedeu. O ar entrou em seus pulmões em golfadas irregulares, pesadas demais para um peito que, até instantes atrás, sabia exatamente como respirar sob a lua.
Agora não sabia mais.
Não havia mais o lobo.
Não havia mais o chamado constante da floresta, aquela prese