Sabine saiu do corredor batendo as botas pesadamente no chão, cada passo carregado de frustração e raiva.
O som ecoou pelo corredor vazio, mas eu permaneci ali, parada, absorvendo tudo o que tinha acabado de acontecer.
Ao meu lado, Ceylan apenas riu, como se aquela situação fosse um espetáculo recorrente para ela.
"Você pode explicar essa história?" perguntei, cruzando os braços, minha voz saindo mais firme do que eu esperava.
Ceylan deu de ombros, com um sorriso preguiçoso brincando nos lábios