POV: Killian
O hangar cheirava a ar ionizado, metal superaquecido e ao suor desesperado e azedo de um covarde. O jato furtivo de Alaric era um borrão de cromo negro, uma fera mecânica cujos motores gritavam em um agudo ensurdecedor enquanto se preparavam para decolar e desaparecer na névoa impenetrável do Sul. Ele achava que era rápido. Ele acreditava, em sua arrogância cega, que a tecnologia e o combustível poderiam superar um laço forjado em sangue, dor e destino.
Eu podia sentir a vibração d