POV: Maya
A porta de ferro, uma placa maciça de aço reforçado que fora minha carcereira silenciosa por semanas, não se limitou a ceder sob o meu toque. Ao pressionar a palma da mão contra sua superfície congelante, mergulhei na própria rede molecular do metal, sussurrando a frequência que eu havia desenterrado dos diários de Isadora. Comandei a energia térmica para que desaparecesse, empurrando o ferro para um estado de zero absoluto. Em um suspiro, a integridade estrutural da porta se rendeu;