POV: Maya
O tempo na torre de Grey Ridge não se movia em horas; movia-se no rastejar lento e agonizante da geada sobre a pedra.
Por semanas, os únicos sons que conheci foram o vento uivante contra os picos denteados e o bater rítmico e oco das botas dos guardas. Mas o silêncio não era mais vazio. Estava cheio dos sussurros de Lady Isadora. Seus diários haviam se tornado minha escritura, e o frio — outrora meu inimigo — era agora meu único confidente.
Observei a lua crescer e minguar através da