Os primeiros raios do sol filtravam-se pelas copas das árvores, tocando os telhados recém-erguidos com um brilho suave, quase reverente. O vilarejo ganhava forma, dia após dia, como se cada pedra assentada carregasse a esperança de um futuro diferente. Havia riso entre as folhas, martelos dançando sobre a madeira, vozes celebrando pequenas vitórias — uma parede de pé, uma fogueira acesa, uma mesa sendo posta.
E não eram apenas casas que cresciam ali.
Ao redor da clareira, pequenos canteiros