A manhã nasceu devagar, como se até o tempo soubesse que ali dentro tudo era delicado.
Selena ainda estava sentada na mesma posição de sempre: ao lado da cama, segurando a mão de Darian com os dedos entrelaçados.
Já fazia três dias desde que o haviam trazido desacordado, com a respiração fraca e a alma oscilando entre mundos.
Ela não chorava.
Não dormia.
Só observava.
Com olhos firmes e alma em vigília silenciosa.
Às vezes sussurrava coisas para ele.
Palavras de amor. De lembranç