O sangue ainda escorre pelo salão.
Os corpos dos conselheiros caídos permanecem no chão, intocados. Ninguém ousa removê-los. Nem limpar. Nem falar. O silêncio no castelo não é respeito — é medo.
Darian desce as escadas do conselho com os olhos acesos em cinza tempestuoso, os passos firmes, e a pedra da lua ainda presa no punho cerrado. O símbolo dela agora é uma lâmina cravada na carne, não um adorno. Rayan o segue, ofegante, sem saber se fala ou apenas sobrevive.
— Reúna os rastreadores —