Os olhos, outrora frios, agora queimavam em tons de cinza flamejante.
As mãos cerradas, o maxilar travado.
A pedra da lua caída no jardim estava em seu punho — um símbolo. Uma ferida aberta.
A única coisa que restava de Selena.
O vínculo entre eles… desaparecera.
Não rompido.
Bloqueado.
E isso só significava uma coisa: ela estava em um lugar onde nem ele conseguia alcançá-la.
Um lugar onde o instinto não encontrava caminho.
Onde não havia mais regras.
— DARIAN! — gritou um conselheiro