O primeiro inimigo surgiu como uma sombra viva.
Caminhava devagar. O som das botas secas sobre o chão úmido fazia mais barulho que sua voz.
— Não queremos te matar, herdeira — disse ele, sorrindo com os dentes manchados de sangue recente. — Mas também não temos medo de fazê-lo.
Selena manteve a mão no punhal. Estava trancada na sala dos depósitos, com o inimigo bloqueando a única saída.
Atrás dele, mais dois homens se aproximavam. O símbolo da antiga alcatéia de Kael gravado nas lapelas de c