Lilly acordou antes do despertador.
Não havia sonho algum que a tivesse arrancado do sono, nem ansiedade explícita. Foi apenas o corpo. Como se algo dentro dela soubesse que aquele dia não podia começar como outro qualquer.
Ficou deitada por alguns minutos, olhando para o teto claro do quarto na casa dos pais, ouvindo o silêncio matinal. Pensou, pela milésima vez, que aquilo era só um papel. Uma formalidade. Um passo técnico antes da cerimônia de verdade.
É só o civil, repetiu para si mesma,