O pub era simples, mas tinha um tipo de charme que Lilly não estava acostumada a frequentar.
Nada de lustres ou garçons de luvas brancas. O teto era baixo, as paredes de madeira escura, placas antigas de cerveja e uma luz amarela generosa o suficiente pra deixar todo mundo com cara de “eu juro que sou uma pessoa interessante”.
Tinha cheiro de batata frita no ar, risadas se atropelando e música baixa, num volume que permitia conversa de verdade.
Lilly entrou devagar, apertando a alça da bolsa