Otávio acordou com o corpo ainda pesado.
Por um segundo, ele ficou parado, encarando o teto, a mente vagando no sofá, no gosto dela, no jeito como Lilly tinha gemido o nome dele com raiva e entrega ao mesmo tempo.
Ele virou o rosto devagar.
O lado dela da cama estava vazio.
Otávio franziu o cenho, piscou duas vezes, como se o cérebro estivesse tentando entender.
O peito dele apertou de um jeito bobo, ridículo, que ele não queria reconhecer.
Ele se sentou na cama com um suspiro irritado,