Mundo ficciónIniciar sesiónAs batidas na porta vieram antes do sol.
Três. Secas. Frias. Precisas.Valentina abriu os olhos devagar. O quarto ainda estava mergulhado na penumbra, o relógio na mesa marcava 6h15.A cabeça latejava. Tinha dormido pouco ou nada.— Senhora Montenegro, abra a porta. — a voz de Clara atravessou a madeira, sem emoção. — E, por favor, não a trave novamente.Valentina respirou fundo antes de girar a maçaneta.Clara estava lá: impecável, o mesmo coque puxado,






