CAPÍTULO 168 — O VENENO QUE NÃO DORME

O quarto cheirava a antisséptico e silêncio imposto.

Vittória Montenegro estava sentada na cama estreita, as mãos apoiadas sobre o colo, o olhar fixo demais na parede clara à sua frente. Ali, tudo era controle alheio. Horários. Remédios. Rotinas. Nenhuma decisão passava por ela — e isso era inaceitável.

O aviso ainda ecoava na cabeça:

Uso de celulares é estritamente proibido.

Vittória sorriu por dentro.

Proibição só existia para quem era pobre. Ricos sempre fazem o que quer.

Quando a enfermeira
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