Mundo de ficçãoIniciar sessãoPuxei-a para mais perto e entrei nela novamente. De novo e de novo, aumentando o ritmo. Quanto mais intensos meus movimentos, mais alto ela gritava. "Amélia?" perguntei. "Pare de perguntar se estou bem e me pegue, Leonardo!" ela gritou. "Mais forte!" Eu ofereci uma quantia milionária para minha nova secretária para que nos casemos por seis meses para melhorar a minha imagem de solteiro e salvar a minha empresa. Ela aceitou, pensando que era apenas um jogo. Mas, desde o primeiro beijo nesse casamento de mentira, percebo que sua inocência não vai durar muito. Regra número um? Alguns limites foram feitos para serem ultrapassados, não importa as consequências.
Ler maisAmeliaO silêncio que se seguiu foi pesado, como se o mundo tivesse se suspendido por um segundo, apenas para absorver o que acabara de acontecer. O pai dele permaneceu ali, me observando com um sorriso que mal disfarçava a satisfação de me ter desestabilizada. Mas eu não o deixaria ver que ele havia tocado meu ponto fraco. Ele não me quebraria. Não aqui, não agora.Eu podia sentir o olhar de Marcelo sobre mim, mas não me atrevi a olhar para ele. Ele estava tão presente, mas ao mesmo tempo distante, como se estivesse preso em uma luta interna. Eu não sabia o que ele sentia sobre a maneira como seu pai me tratava, mas eu também não queria saber. Não naquele momento.Meu corpo estava tenso, mas a raiva que queimava dentro de mim era a única coisa que me fazia seguir em frente. Eu queria sair dali, me afastar do peso da aprovação do pai dele, da pressão constante das câmeras, do olhar público que me analisava como se eu fosse um produto.E foi então que Marcelo, finalmente, colocou a mão
AmeliaOlhei para o espelho, tentando me convencer de que estava pronta. O vestido preto de seda se ajustava ao meu corpo com uma precisão que eu não estava acostumada a ver. Sua leveza e elegância eram quase intimidantes, mas, por dentro, eu sentia o peso de cada movimento. A maquiagem, suave, mas sofisticada, refletia uma mulher confiante, mas eu sabia que aquilo era apenas uma fachada. O que eu realmente sentia era uma mistura de medo e incerteza.Eu não estava acostumada com esse tipo de exposição. Não era só o vestido — era a sensação de estar sendo observada por todos ao redor, de ser parte de um jogo que eu ainda não entendia completamente. Cada detalhe da minha aparência parecia amplificado, e não havia como escapar.Respirei fundo. Não havia volta agora. Eu sabia que as expectativas estavam altíssimas. Esse evento não era apenas sobre o que eu vestia ou como me comportava, mas sobre o que representava. Eu estava ali para provar que era digna do nome que agora carregava, do lu
AmeliaA porta do quarto se abriu devagar, revelando Marcelo. Ele entrou em silêncio, com aquele olhar intenso que sempre me tirava o fôlego. Trazia no rosto um leve sorriso e nos olhos, desejo."Demorei?" ele perguntou, trancando a porta atrás de si.Neguei com a cabeça, mordendo o lábio. Meu corpo já reagia à presença dele.Marcelo caminhou até mim com passos calmos e predadores. Quando chegou perto, se abaixou sobre a cama, trazendo seu rosto próximo ao meu. Sem dizer uma palavra, me beijou, e no instante em que nossos lábios se tocaram, o mundo lá fora deixou de existir.Ele começou a se mover lentamente dentro de mim, deslizando quase por completo até ficar com apenas a ponta enterrada. Gemeu contra a minha boca quando se enterrou novamente, me preenchendo por inteiro.— Você está determinado a me provocar essa noite — sussurrei, arqueando as costas, buscando mais.Ele riu baixinho, com aquele tom diabólico que eu já conhecia bem.— Eu adoro te levar à beira da loucura antes de t
AmeliaDisquei o número da minha mãe e esperei enquanto ela procurava o celular para atender. Às vezes, ela demorava um pouco mais para encontrá-lo, então esperei pacientemente até que ela pudesse atender.— Querida — disse ela, atendendo pouco antes de cair na caixa postal. — Ah, é tão bom ouvir sua voz.— Oi, mãe — falei, encolhendo as pernas sobre a cama. Tinha ido para o quarto quando Marcelo desapareceu em seu escritório. Ele estava frustrado comigo, eu podia sentir. E isso só me deixava ainda mais nervosa.— Como você está? — perguntei à minha mãe. — Como está lidando com a Evaline?— Ela é uma ótima cuidadora, querida — disse minha mãe. — Mas ela não é você, claro... Sinto sua falta.— Também sinto sua falta — assegurei.Marcelo tinha contratado uma cuidadora para morar com a minha mãe assim que me mudei para a casa dele, para que ela fosse bem cuidada. Essa era uma das minhas condições para tudo isso, e fiquei aliviada por saber que minha mãe estava sendo assistida. Mas ainda










Último capítulo