O corpo de Elena Andreadis foi velado em silêncio.
Nenhuma manchete, nenhum anúncio público.
A mulher que controlara metade do comércio marítimo grego desapareceu como uma sombra.
Mas o que ficou não foi luto — foi raiva.
Niko olhava o mar com o rosto frio e vazio, os punhos cerrados.
Larissa observava de longe, sentindo o peso da dor dele.
Sabia que nada que dissesse o traria de volta da escuridão que o consumia.
O sol nascia sobre Atenas, tingindo o céu de vermelho.
Alexis se aproximou, discr