O corpo de Elena Andreadis foi velado em silêncio.
Nenhuma manchete, nenhum anúncio público.
A mulher que controlara metade do comércio marítimo grego desapareceu como uma sombra.
Mas o que ficou não foi luto — foi raiva.
Niko olhava o mar com o rosto frio e vazio, os punhos cerrados.
Larissa observava de longe, sentindo o peso da dor dele.
Sabia que nada que dissesse o traria de volta da escuridão que o consumia.
O sol nascia sobre Atenas, tingindo o céu de vermelho.
Alexis se aproximou, discreto.
— Senhor Andreadis… temos uma pista.
Niko se virou lentamente.
— Fale.
— Um contato em Istambul afirmou ter visto Andreas Andreadis há duas semanas. Ele usava outro nome: Demetrios Karras.
O ar pareceu desaparecer.
Larissa deu um passo à frente.
— Seu pai… está vivo mesmo.
Niko respirou fundo.
— E escondido sob uma identidade falsa.
Alexis assentiu.
— Ele controla discretamente uma companhia de transporte marítimo. Pequena, mas com ligações a antigos aliados do Acropolis Project.
Niko ficou