O apartamento de Chloe ficava no mesmo condomínio que o meu, três andares acima. Era um prédio antigo, de fachadas discretas e sem nenhum luxo aparente, mas os cômodos eram amplos, com paredes grossas que isolavam o som e uma planta antiga que valorizava o espaço, o tipo de lugar tranquilo que Caterina e eu tanto procurávamos quando as opções em San Diego pareciam escassas ou perigosas demais.
Ainda assim, enquanto eu cruzava a sala com um copo de vodca e tônica na mão, não pude deixar de calcu