A sala de espera da clínica cardiológica em San Diego tinha aquela impessoalidade característica de um local bem-conceituado e caro. Na parede ao fundo, uma tela plana exibia imagens em alta definição de recifes de corais e peixes tropicais, uma tentativa quase patética da administração de induzir uma calma que nenhum paciente ali dentro realmente possuía.
Ao meu lado, Caterina estava sentada perfeitamente alinhada, as mãos repousando sobre a bolsa de grife em seu colo. Olhando para ela, ningué