Fechei a porta do quarto com mais força do que o necessário e fiquei encostada nela por um segundo, a mão ainda na maçaneta, como se Daniel Barone pudesse entrar a qualquer momento sem sequer bater.
Trinta minutos.
Trinta minutos para tomar banho, escolher uma roupa e reconstruir alguma versão minimamente digna de mim mesma depois de ter sido flagrada cantando a plenos pulmões, descalça, com uma escova de cabelo na mão.
— Inacreditável — murmurei para o quarto vazio.
Tirei o short e a camiseta,