Eu não pretendia parar na porta.
Tinha ido até o quarto de Serena apenas para avisar que sairia por algumas horas e que, se Caterina precisasse de qualquer coisa enquanto eu estivesse fora, bastava pedir a uma das funcionárias. Então ouvi música.
Não alta o bastante para atravessar o apartamento inteiro, mas o suficiente para escapar pela porta entreaberta do quarto dela. Algo naquela cantoria me parecia familiar, impossível não reconhecer a letra grudenta de uma famosa artista pop.
Dua Lipa.