Acordo assustada. Meu corpo reage antes que a minha mente consiga organizar qualquer ideia. O som ecoa nas paredes úmidas como um aviso inevitável: metal contra metal. Não é o som dos insetos da noite, nem das criaturas que vivem lá fora. É algo humano. Algo frio. Algo perigoso.
Abro os olhos devagar, a visão turva por causa do sono picotado, e por um instante meu cérebro se recusa a aceitar onde estou. Mas então a realidade me atinge com violência. O cheiro de mofo. O chão duro. O ar gelado qu