Minha esposa está sentada ao meu lado no banco da frente da Catedral. Ela enxuga as lágrimas sob o chapéu com véu preto enquanto o padre lê as escrituras no altar. Seus movimentos são lentos, contidos, como se até o choro estivesse cansado. Ao nosso lado estão Francisco, Ruth e Ana, todos em silêncio respeitoso. Do outro lado do corredor está a senhora Bonanno, mãe de Rosália. Pelas minhas contas, ela ainda não derramou uma única lágrima por seu marido. Não parece abatida. Não parece destruída.