Sento-me na mesma beirada onde meu pai costumava se sentar, o corpo rígido, as mãos pousadas nos joelhos, encarando o altar onde agora repousa a foto dele. As imagens memoriais dele e de Guilherme na capela foram substituídas, mas algo neste espaço permanece diferente. Mais pesado. Mais silencioso. Como se as paredes ainda guardassem tudo o que nunca foi dito.
Eu não sou mais o mesmo homem que esteve aqui antes, lamentando aquelas mortes como se tivesse perdido o chão. Ainda sofro por eles. Iss