— Levante o seu p** Rosália ordena, sem dureza, mas com aquela firmeza tranquila que só ela tem quando decide cuidar de mim apesar de mim mesmo.
Eu tento obedecer. Juro que tento. Mas quando tiro a perna da cama, ela despenca de volta como se estivesse carregada de chumbo, pesada demais para responder ao meu comando. Um fracasso silencioso.
Ela suspira, não de irritação, mas de resignação paciente.
Rosália se ajoelha diante de mim e começa pelo meu sapato de couro, deslizando-o do meu pé com c