Estou tropeçando pelo corredor como um homem que já perdeu a guerra, mesmo antes de admitir que lutou. O mundo parece inclinar-se perigosamente para os lados, não sei se pelo uísque ou pelo peso do que decidi fazer. Cada passo ecoa como um aviso que escolho ignorar.
Então, uma pequena mão envolve meu braço por trás.
Firme. Determinada. Familiar demais para ser ignorada.
Balanço o corpo, tentando me soltar, mas o aperto apenas se intensifica, como se ela soubesse exatamente onde segurar para me