Francisco estaciona o carro ao lado do meu no estacionamento vazio do shopping abandonado, aquele mesmo que fechou há anos e virou apenas um esqueleto de concreto no meio da cidade. As luzes dos postes piscam de forma irregular, criando sombras longas no asfalto rachado. O lugar é tão morto quanto o silêncio que pesa dentro de mim agora.
Eu parei ali apenas para tentar me orientar. Para forçar meu cérebro a ir para qualquer outro lugar que não fosse o rosto dela. Para tentar pensar em mais um p