A lembrança daquela palavra dita em tom de posse me faz cerrar os dentes.
— Como ele ousa? — sussurro, irritada, largando por um instante o burrito no prato.
É o meu corpo. É a minha gravidez. É o nosso filho. Ele não tem o direito de me usar como se eu fosse uma incubadora com pernas, parir o filho do Bonanno e ser descartada depois.
Não sei em que mundo ele acha que vive, mas nem a Facção deveria ter esse tipo de poder. Nem eles. Nem ele.
Respiro fundo, pego o guardanapo que está dobrado na m