Eu nem consigo explicar o alívio que senti quando coloquei o pé pra fora da Mansão naquela manhã. O ar gelado bateu no meu rosto como se dissesse: “Respira, Rosália. Sai um pouco dessa loucura.” E eu realmente precisava disso. Ana praticamente me empurrou pra fora de casa, me obrigou a comer uma torrada e chamou um motorista que eu nunca tinha visto na vida. Mas eu deixei. Eu deixei porque… se eu ficasse mais um minuto dentro daquela casa sem saber onde Luciano estava, acho que ia enlouquecer.