Capítulo 122

 Eu nem consigo explicar o alívio que senti quando coloquei o pé pra fora da Mansão naquela manhã. O ar gelado bateu no meu rosto como se dissesse: “Respira, Rosália. Sai um pouco dessa loucura.” E eu realmente precisava disso. Ana praticamente me empurrou pra fora de casa, me obrigou a comer uma torrada e chamou um motorista que eu nunca tinha visto na vida. Mas eu deixei. Eu deixei porque… se eu ficasse mais um minuto dentro daquela casa sem saber onde Luciano estava, acho que ia enlouquecer.

O caminho até a casa de Charlotte parecia outra realidade. A mansão dos Fox é uma coisa tão diferente da minha que chega a dar um choque. Não tem aquela energia pesada, aquela sombra constante… é tudo claro, colorido, vivo. E quando a porta se abriu e ela saiu com aquele sorrisão, enrolada num xale e quase explodindo de nove meses de gravidez, eu senti meu coração amolecer.

— Rosália! Ela praticamente gritou, vindo me abraçar.

E eu retribuí. Nem sei desde quando eu precisava desse abraço.

— É
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