“Se a gente trouxer uma criança pra esse mundo, que seja por amor.
Não por obrigação.”
Essas palavras… minhas próprias palavras… me atormentam como um eco que não cala. Ficam batendo na minha cabeça dia e noite, como se eu tivesse dito algo proibido. Amor. Logo amor. Eu? Ele? Nós?
Depois de tudo que aconteceu entre a gente?
Depois de tudo que foi quebrado antes mesmo de começar?
Toco a nuca devagar, bem onde a marca dele fica. Onde ele pediu pra deixar à mostra. Onde ele gosta de tocar. Onde eu