— Charlotte, então.
O nome sai por entre os meus dentes com a intenção clara de cutucar, provocar, desencavar a verdade.
Mas, em vez de medo ou surpresa, Rosalia… ri.
Um riso seco, curto, cheio de ironia e, por trás dele, o desprezo intacto.
— Deus… às vezes você consegue ser incrivelmente paranoico, Luciano.
— Você percebe isso? Ou realmente acredita que vive numa guerra onde todos, absolutamente TODOS, estão conspirando contra você?
As palavras dela acertam como tapas invisíveis, mas eu não