O sol da manhã atravessava as cortinas finas do quarto como fios de ouro, espalhando reflexos suaves pelas paredes claras. A luz se misturava ao ar morno e trazia uma sensação de tranquilidade quase mágica, como se o mundo inteiro tivesse parado só para guardar aquele instante. O silêncio que reinava no cômodo, era um silêncio preguiçoso, sereno, típico das primeiras horas do dia, quando a vida parece despertar devagar e tudo convida a permanecer imóvel, como se qualquer movimento pudesse quebr