Com as mãos ainda no ventre, Bárbara tentava acalmar a tempestade de pensamentos. Um bebê. Ali, agora? Justo quando sua vida parecia de cabeça para baixo, com a dor da perda recente, de toda a amargura por causa de seu irmão Bruno e a necessidade de se reerguer. Mas, em meio ao pânico inicial, uma quietude estranha começou a se instalar. Era uma quietude que vinha da possibilidade de uma nova vida, uma luz no fim do túnel, uma promessa de recomeço. Ela se lembrava das histórias de superação, da