Ela o encarou por um longo tempo. A chuva lá fora parecia ter parado, mas dentro dela, a tempestade ainda rugia.
— Tá bom, William. Eu vou te ajudar. Mas só até seus pais irem embora.
— Combinado — ele disse, tentando esconder o alívio.
— E mais uma coisa... — ela completou, apontando o dedo para ele. — Sem mais bebidas. Sem mais capelas. E sem mais músicas do Bruno Mars.
William riu.
— Prometo. Mas... posso continuar te chamando de “minha esposa”?
Seraphine revirou os olhos, mas não resp