Em casa, Andrea observava a filha em silêncio, com o coração apertado. Catarina estava linda, mas havia algo no olhar dela que a preocupava; uma tristeza discreta, quase imperceptível, mas que uma mãe sempre percebe.
— Você está linda, filha — disse, tentando soar animada.
— Obrigada, mãe — respondeu Catarina, forçando um sorriso enquanto recolhia a pequena bolsa sobre a cômoda.
— Então vamos logo, o ônibus não vai esperar — insistiu Andrea, pegando a bolsa dela.
Catarina olhou para o próprio r