Depois da ligação, Catarina permaneceu na sala de espera por horas, sentada em uma das cadeiras desconfortáveis do hospital, com o olhar fixo na porta de emergência. O tempo parecia não passar, e a preocupação pela prima deixava o coração apertado.
Já passava da meia-noite quando o tio finalmente apareceu no corredor. O rosto cansado e a expressão abatida denunciavam o desgaste da noite.
— E aí? — perguntou Catarina, levantando-se depressa. — O que os médicos disseram?
O tio passou a mão pelos c