— Eu não deixei ninguém especial — respondeu, afastando o olhar do celular, com um leve suspiro, tentando não demonstrar o quanto aquilo a afetava.
— Ah, isso é bom, de certa forma. Assim, você não fica remoendo o que deixou para trás — comentou Tess, com um sorriso.
— É... você tem razão.
— Quando eu vim para cá, fiquei por semanas me perguntando se estava fazendo a coisa certa. Mas o meu namorado me apoiou tanto, sabe? Foi por ele também que vim. Ele me disse: “Vai, brilha. Eu espero.” — Tess