— Ah… Gael…
Eloá gemia de olhos fechados, afundada a cabeça no travesseiro, enquanto ele explorava seu corpo usando a língua.
O calor da respiração dele contra sua pele a fazia estremecer, e cada arrepio parecia um chamado, uma rendição inevitável.
Ela tentou conter o gemido, mas foi inútil. O coração batia descompassado, o corpo pedia mais, perdido naquela onda de sensações.
Gael levantou o rosto, a fitando com intensidade. Não disse nada, não precisava. Havia mais verdade naquele olhar do que