Ao ver a filha saindo pela porta, Denise tentou alcançá-la, mas o marido a segurou pelo braço.
— Deixe-a, daqui a pouco ela vai perceber o que acabou de fazer e volta sozinha.
— Eu não acredito que você disse aquelas coisas absurdas para a nossa filha, Saulo! — exclamou Denise, com os olhos cheios de reprovação.
— E o que queria que eu dissesse? Não viu o quanto ela estava rebelde? — retrucou ele, com o rosto tenso.
— Rebelde? Você a insultou e ainda acha que tem o direito de se sentir ofendido