Depois que Henri voltou da sala de doação, o tempo pareceu parar. As horas arrastavam-se em um silêncio sufocante, onde cada respiração pesava como culpa. Ninguém dizia nada, apenas o som distante de passos apressados indo e vindo do corredor preenchia o ambiente.
Aurora e Oliver se sentaram próximos ao filho, que permanecia imóvel, com o olhar perdido em um ponto fixo no chão. Henri parecia ausente, como se estivesse em outro mundo; o corpo ali, mas a alma presa na sala de cirurgia junto de Ca