Todos na casa estavam com os nervos à flor da pele e Catarina mal conseguia respirar sem sentir um peso no peito. Cada vez que recordava os sermões do pai, sentia-se menor, como se tivesse perdido o direito de ser filha amada. Até a mãe, normalmente tão acolhedora, a tratava com frieza, como se ela tivesse se tornado alguém indigno de confiança. Aquilo doía profundamente, e ela se fechava no próprio quarto, evitando palavras ou qualquer contato.
Desejava apenas que aquele pesadelo terminasse, q