Bruno Vargas
Magnólia Oliveira Black — para mim, sempre foi apenas Dona Mag.
Comecei a chamá-la assim depois de uma bronca memorável, quando, ainda com meia dúzia de fios que ousavam se chamar de bigode, a chamei de “Tia”.
A senhora que nos observava da sacada era a personificação da elite catarinense. Não uma de berço — mas uma que aprendeu o papel e o desempenha com exatidão.
Nossas famílias se conhecem há décadas, desde o tempo em que ela era uma menina que acompanhava o pai ao porto.
Meu av