Mundo de ficçãoIniciar sessãoPOV Aurora
Sofia ainda segurava a minha mão, mas parecia perdida nos seus próprios pensamentos. Ela respirou fundo e me olhou nos olhos, soltando um pequeno sorriso.— Eu lamento muito pelo papai, lamento pela casa… lamento por dar trabalho — disse, com a voz um pouco embargada.Eu me preocupei; ela não podia se exaltar.— Sofia, ei… não chora, tá tudo bem.— Eu não estou chorando, não te preocupes. Mas, mana, eu não sou tão frágil assim. Você pode me






